Oswald Le Winter Ex Agente da CIA revela e denuncia o que os EUA tentam esconder..a ler!!

Posted: 24 de Junho de 2011 in internacional, livros


Outro Livro a ler absolutamente e por mim falo é DEMOCRACIA E SECRETISMO de Oswald Le Winter ex Agente da CIA que hoje vive na Alemanha mas que ja viveu em Portugal sob asilo politico ao fugir dos EUA uma breve biografia abaixo e resumo do livro Oswald le winter foi agente da CIA. Nasceu em Viena de Áustria em 1931, foi para os Estados Unidos em 1939. Estudou nos EUA, em Oxford e em Tuebingen ( Alemanha ). Combateu na Coreia e foi capturado pelos chineses. Em 1954 inscreveu-se no serviço de informações do exército americano e juntou-se à equipa do general Ed Landsdale nas Filipinas e no Vietname até 1955. Deixou o serviço activo, regressou à Universidade leccionando em várias faculdades. Em 1965 ingressou na CIA, o último posto foi de chefe do ITAC na NATO e , no exército, ascendeu a major-general. Em 1968 foi sentenciado a uma pena de 4 anos de prisão por alegada fraude numa operação conjunta da CIA, FBI e MI-6. ( o que é estranho, após tantos anos com excelente curriculum), na verdade ele revelou informações sobre esquemas ilícitos da CIA e foi castigado por isso. Após libertado, Pediu asilo político em Portugal vivendo alguns anos em Lisboa. ( no ano 2000 ). Em 2001 publicou um livro «Desmantelar a América », que em apenas 2 meses teve 6 edições. Algumas revelações inquietantes documentadas no seu livro: aLucros da guerra e o Anthrax, Cia e negócios da droga, Guerra biológica, assassinato de J.F. Kennedy, Bilderberg ( lista de vários Bilderbergs, incluindo portugueses famosos) , Echelon espião electrónico, falsos acidentes aéreos, armas de energia direccionada e microondas, World trade Center, entre mais.. Na página 31 ele fala de armas biológicas fabricadas na América . Na página 34 ele menciona que os E.U.A utilizaram insectos contaminados como agentes de guerra biológica. Segundo « A Higher formo f Killing » de Robert Harris e Jeremy Paxman, essa história começou durante a 2ª Guerra Mundial, quando os Japoneses cultivaram a pulga infectada com a peste como uma arma biológica, diz-se que Pingfan ( um laboratório de guerra biológica ) perto de Nagasaki tinha capacidade para produzir 500 milhões de pulgas por ano . Depois da guerra, essa tecnologia foi calorosamente abraçada pelos engenheiros da guerra biológica americanos, que trouxeram os seus congéneres japoneses para os E.U.A para partilharem os truques. Forte Detrick, a sede americana de investigação de guerra biológica desde há muito tempo, rapidamente se tornou o principal local de desenvolvimento de armas de guerra como a “bomba pulga” : «Entre os agentes potenciais estudados em Detrick contavam-se o Anthrax, Mormo, Brucelose, Tularemia, Meliodosis, Peste, Tifo, Psitacose, Febre amarela, Raquitismo, peste das aves e a peste bovina estavam entre os vírus animais estudados ; » As evidências sugerem claramente que essas armas foram utilizadas pelos Estados Unidos na guerra contra a Coreia do Norte. Pilotos americanos capturados durante a guerra confessaram ter lançado bombas de pulgas sobre o povo da Coreia do Norte, e governantes chineses publicaram fotografias do que afirmaram ser “bombas biológicas americanas”. Os chineses reuniram uma comissão internacional de cientistas- do Reino Unido, Itália, França, Suécia, Brasil e União Soviética- que em Outubro de 1952 publicou um relatório de 700 páginas que concluiu que « os povos da Coreia e China serviram realmente como alvos para armas bacteriológicas ». O relatório pormenorizado relatava as técnicas que tinham sido utilizadas, «que iam desde canetas de tinta permanente cheias de tinta infecciosa, até penas impregnadas com anthrax, pulgas e piolhos e mosquitos com a peste e febre amarela». No final da década de 1950 correu um rumor de que os laboratórios de Forte Detrick continham mosquitos infectados com febre amarela, malária e dengue. A 4 de Setembro de 2001 o «New York Times» noticiou que a investigação americana de armas biológicas ainda continuava activa, embora sempre mascarada como “investigação defensiva”. Negócio do Anthrax : Na pagina 19 , Oswald le Winter fala do negócio da vacina do Anthrax. O almirante William Crowe Júnior, antigo chefe do Estado-Maior das forças armadas, está a ganhar muito dinheiro a vender a vacina do Anthrax. A intervac L.L.C., da qual o almirante reformado é director- uma empresa de investimento farmacêutico em Maryland- pertencente à recém formada Bioport Inc., ofereceu 25 milhões de dólares para comprar o Instituto de Produtos biológicos do Michigan. A oferta incluía 3,25 milhões em dinheiro na assinatura do contrato, 2,1 milhões em notas garantidas, 4,6 milhões em vacinas da raiva e em doações de imunoglobulina ao Estado, e 5 milhões em patentes ao longo de cinco anos. O almirante William Crowe Júnior , foi o antigo chefe do Estado-Maior das forças armadas durante a administração Reagan. A Bioport negociou com o Departamento de Defesa para fazer a vacina do Anthrax em quantidade suficiente para inocular todos os elementos das forças armadas. Calculem. Existem 2,4 milhões de funcionários nas forças armadas dos E.U.A . Isso traduz-se em milhões de dólares ( aproximadamente 130 milhões ) e todos têm de ser revacinados anualmente. Bom negócio para quem conseguir obtê-lo. O laboratório que ele comprou, fundado em 1926, é a única fonte de vacina do Anthrax na nação. Factos da vacina do Anthrax que o Governo mantém em segredo : • Segundo o panfleto de informação de produtos da FDA, não foram efectuados quaisquer estudos científicos com a vacina do Anthrax no sentido de determinar se provoca cancro. • Não foram efectuados quaisquer estudos científicos com a vacina do Anthrax no sentido de determinar se tem qualquer efeito sobre a fertilidade. Isto aplica-se a homens e mulheres. • Não foram efectuados estudos científicos com a vacina do Anthrax para determinar se protege os seres humanos de esporos de Anthrax inalados. • Um componente químico principal da vacina do Anthrax, o formaldeído, não é aprovado para consumo humano, segundo a folha de informações de Segurança de Materiais do Governo dos Estados Unidos, uma vez que é um conhecido carcinogéneo. • Um componente químico principal da vacina, o cloreto de benzetónio, não foi avaliado para consumo humano, de acordo com o Governo dos Estados Unidos. • A única empresa licenciada para produzir a vacina do Anthrax, foi citada pela FDA por problemas de controlo de qualidade. • A maior parte dos médicos sabe pouco sobre esta vacina, para além do que lhes é dito pelo Governo na preparação da implementação do programa. Então e quanto à vacina Tamiflu para a gripe h1n1, devemos confiar na vacina?

sobre o negócio milionário do Tamiflu, Donald Rumsfeld e grupo Carlyle.
Bastou os Estados Unidos lançarem o alerta para que o mundo ficasse com medo de uma pandemia.
Apesar de decorridos 9 anos desde que o vírus da gripe aviária for a detectado no Vietname e não
causou sequer 100 vítimas mortais. Uma média portanto de 11 mortes por ano. Em todo o mundo.!

Um detalhe “insignificante” que não impediu George Bush de empreender a sua segunda “guerra preventiva” em pouco tempo, e desta vez para lutar contra outra arma de destruição massiva tão vaporosa como as “encontradas” no Iraque.: O vírus H5n1.

Afinal também haveria uma poderosa “arma preventiva”, um antiviral chamado Tamiflu comercializado pela Empresa suiça Roche e que em apenas alguns dias se converteu na galinha dos ovos de ouro . Disso, os ingressos para a sua venda passaram de 254 milhões no ano 2004 a mais de 1.000 milhões em 2005. O tecto é imprevisível, dado à grotesca reacção dos governos ocidentais com petições massivas do produto.

A realidade, no entanto, é que a eficácia do Tamiflu é questionada por grande parte da comunidade científica.

Tamiflu

Muitos se questionam como poderia servir contra um vírus mutável quando apenas alivia alguns dos sintomas ,e nem sempre, da gripe aviária.

Obviamente a resposta do protagonismo do Tamiflu em nossas vidas não é científica, mas sim puramente comercial.
O Tamiflu até 1996 era propriedade da Gilead Sciences inc. ,empresa que vendeu este ano a patente aos laboratórios Roche. Sabem quem era entretanto o seu presidente??

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, na altura Donald Rumsfeld, que até hoje continua um dos principais accionistas da empresa ESTRANHA COINCIDENCIA😉

sDavid Nabarro, o senhor que foi designado como o coordenador global pelas nações Unidas, para o combate à doença, avisou que esta pandemia poderia matar entre5 a 150 milhões de pessoas em todo o mundo.

Calcula-se que perto de 140 milhões de aves, a maior parte galinhas, tenha sido morta na sequência disto.
sEsta gripe da aves foi depois detectada em todos os lados e em todos os locais desde o Kuwait à Croácia, passando pela Holanda e pelos EUA. Penso que em Marte também…

Nos EUA, agiu-se.

Mais de um bilião de dólares foi orçamentado por Donald Rumsfeld para combater a gripe H5N1.

A ideia era comprar doses de uma droga chamada Oseltamivir, que é conhecida por Tamiflu.

E mais tarde novas injecções de dinheiro – à volta do dobro – foram disponibilizadas para vacinar os militares com Tamiflu.

Pela pesquisa que fiz chegava-se a um número na ordem dos 4 biliões de dólares que os EUA destinaram a combater este problema que iria matar entre 5 a 150 milhões de pessoas.

Uma das pessoas que decidiu alocar estes recursos é uma das pessoas que tem (tinha) acções na única empresa que desenvolvia um produto para curar esta pandemia.

Uma extraordinária coincidência.

Donald Rumsfeld era um abnegado secretário de estado norte americano da defesa com a tarefa de tomar conta do pentágono.

Sem dúvida perturbado pela complexidade das tarefas a seu cargo começou a esquecer-se de coisas.

E teve uma perda de memória bastante grande.

Esqueceu-se de mencionar que era o presidente da companhia farmacêutica Gilead Sciences.

Esta companhia tinha a patente mundial do produto tamiflu. Uma coincidência extraordinária…

Era uma droga que esta companhia tinha desenvolvido.

E vendeu os direitos de marketing – comercialização do produto para o resto do mundo à Roche farmacêutica.

Parece que Donald Rumsfeld era accionista e recebeu 10% de cada dose de tamiflu que a Roche vendeu.
O sanguinário, senhor das guerras: Donald Rumsfeld

Recordam-se do ano passado? ( 2005) . Quando começou a falar-se da gripe aviária a Gilead Sciences inc quiz reaver o Tamiflu alegando que a Roche não se esforçava o suficiente para fabricá-lo e comercializá-lo. Ambas as empresas se sentaram a negociar e combinaram constituir dois comitées conjuntamente, um para coordenar o fabrico mundial do fármaco e decidir a autorização a terceiros para fabricá-lo e outro comitée para a comercialização de vendas estacionais nos mercados mais importantes , inclusivé Estados Unidos.

Além disso a Roche pagou à Gilead Sciences inc regalias retroactivas no valor de 62,5 milhões de dólares.

Roche ficou com 90% da produção mundial de anis estrelado, árvore que cresce fundamentalmente na China e que se encontra também em Laos e Malásia ,e que faz a base do Tamiflu .

O cenário estava preparado, bastava agora encontrar pouco a pouco aves “contagiadas” pelo vírus em diferentes países , uma ave aqui, outra acolá. Isso, para criar alarme mundial com ajuda de cientistas e políticos pouco escrupulosos ou de escassa capacidade intelectual e dos grandes meios de comunicação –Que não se caracterizam por investigar o que publicam ou emitem.

O nome de Donald Rumsfeld aparece ainda unido a uma vacinação massiva contra a suposta gripe do cerdo durante a administração de Gerald Ford na década de 70.

Resultando em mais de 50 mortes devido aos efeitos secundários .,

Também a FDA aprovou o aspartame quando Rumsfeld esteve no gabinete de Ronald Reagan ,apesar de durante dez anos anteriores em estudos não se havia tomado nenhuma decisão. E sabe-se que aspartame é prejudicial.

Rumsfeld foi presidente do laboratório fabricante de aspartame.

Também esteve envolvido no negócio das vacinas anti anthrax, vacinaram milhares de soldados norte-americanos, e o anthrax nunca foi uma ameaça.

Ainda esteve envolvido na vacinação massiva de soldados com vistide, fármaco que supostamente evitaria os efeitos secundários da vacina contra a viruela.

O vistide foi também um produto dos laboratórios Gilead Sciences inc , .

O texto original está em espanhol, por José Antonio Campoy, director da revista Dsalud,

Comentários
  1. Diogo diz:

    por favor, estou procurando o livro há um bom tempo, mas não o encontro;
    se souber de algum lugar confiável que o venda, entre em contado.
    digo-danger@hotmail.com

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s