indonésia a maior democracia e população muçulmana do mundoe no topo dos paises mais corruptos do mundo assina acordo com o FBI luta anticorrupção (……..)

Posted: 1 de Julho de 2011 in internacional, Luta e protesto

A Indonésia e os Estados Unidos assinaram um acordo que vai permitir que o FBI e a Comissão para a Erradicação da Corrupção (KPK) cooperem na luta contra a corrupção e a lavagem de dinheiro.

O acordo, firmado em Jacarta por ambas as agências, vai permitir que o FBI opere em território indonésio e a KPK nos Estados Unidos, embora sempre submetidos às leis do país em que trabalhem.

O acordo inclui a troca de informação e documentos sobre investigações em curso e programas de acompanhamento de casos de corrupção e abre, além disso, as portas para cooperação na luta contra outros delitos internacionais.

A Indonésia é um dos países mais corruptos do mundo segundo a Transparência Internacional, organização não-governamental que tem como principal objectivo a luta contra a corrupção.

– Estudantes da Indonésia protestam contra a corrupção do governo de Yudhoyono, em Jacarta

Manifestantes da Indonésia gritavam slogans e seguravam cartazes contra o o governo do presidente Susilo Bambang Yudhoyono, seu vice Boediono e a ministra da Economia e das Finanças, Sri Mulyani Indrawati, durante um protesto, nesta segunda, diante da embaixada britânica, em Jacarta, na Indonésia.

A popularidade de Yudhoyono tem sido testada pelos escândalos em torno de comissões anti-corrupção do país e da acusação de uma ajuda do governo de 6,76 trilhões de rupias (715 milhões em euros) por meio de um banco que teria beneficiado a sua campanha de reeleição.

Os estudantes ativistas usavam máscaras dos líderes do G20 em protesto à atuação do FMI e do Banco Mundial durante a crise financeira. Eles reivindicavam pela demissão de Yudhoyono’s do cargo devido a sua incapacidade de tirar o país da crise econômica e política.

A data marca os 100 dias do segundo mandato de Yudhoyono.

Indonésia abre “lanchonetes da honestidade” para combater corrupção

A Indonésia, que não é um país conhecido por sua transparência nos negócios, na política e em muitas outras áreas, está promovendo avanços em sua antiga política anticorrupção abrindo “lanchonetes da honestidade”, sem funcionários no caixa, em todo o arquipélago.

Durante o intervalo das aulas numa manhã recente, Selica Erlindi, 15, estudante de segundo grau que quer ser pediatra, pegou uma bebida e um pacote de mandioca frita das prateleiras da “lanchonete da honestidade” local. Depois, cumprindo com o objetivo da lanchonete de nutrir a integridade entre os consumidores e na sociedade como um todo, ela depositou, de acordo com o sistema de honra [em que o consumidor paga o quanto quiser], o equivalente a 60 centavos dentro de uma caixa de plástico transparente.

“Isso nos motiva a sermos honestos”, diz Selica. “Principalmente porque há muita desonestidade na sala de aula, pelo menos estamos aprendendo a sermos honestos com o dinheiro. Acho que também é importante para a sociedade, porque a corrupção é um grande problema na Indonésia.”

Como parte da campanha nacional liderada pelo gabinete da Procuradoria Geral, o governo provincial da costa leste da ilha de Borneo abriu uma dezena de lanchonetes da honestidade em escolas e repartições públicas no mês passado. Em 2010, o governo provincial planeja ter mais de mil lanchonetes assim em operação, inclusive em estabelecimentos privados.

O gabinete da Procuradoria Geral diz que as lanchonetes da honestidade irão cortar pela raiz as tendências de corrupção entre os jovens e corrigir aqueles que já são conhecidos por serem corruptos, a começar pelos servidores públicos. Ao transferir para os clientes a responsabilidade de pagar o preço certo, as lanchonetes querem obrigar as pessoas a pensarem constantemente se estão sendo honestas e, assim, fazer com que elas se sintam culpadas quando não estão.

“Sabemos que há muitos fatores por trás da corrupção, como o ambiente e as necessidades econômicas, e a honestidade é apenas um deles”, diz Syakhrony, funcionário da Procuradoria Geral do Leste de Kalimantan que, como muitos indonésios, usa apenas um nome. “Mas para assegurar o cumprimento da lei, temos medidas de repressão e prevenção. As lanchonetes da honestidade são uma medida preventiva na nossa luta contra a corrupção.”
As lanchonetes da honestidade são apenas parte de uma campanha mais ampla do governo para combater a corrupção endêmica na Indonésia. No ano passado, o país tirou o 126º lugar em transparência numa lista de 180 países feita pela Transparência Internacional, organização privada que monitora a corrupção em todo o mundo. A campanha anticorrupção, que foi bastante elogiada, tirou a Indonésia das últimas posições do índice anual e contribuiu para
aumentar a popularidade do presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono.

Desde que gabinete da Procuradoria Geral começou a campanha no final de 2007, 7.456 lanchonetes foram inauguradas em 23 províncias da Indonésia, de acordo com o National Youth Group, que trabalha com o gabinete. O grupo espera que até o fim do ano dez mil lanchonetes da honestidade estejam funcionando em 26 províncias, e tem planos para chegar a 33 províncias.

O seu presidente é considerado um dos homens mais ricos do mundo a 6a maior Fortuna que extrorquia até 10% sobre os contratos que delapidam as reservas naturais, madeiras combustiveis fosseis etc da 2 maior reserva natural a seguir á floresta amazónica e a 1ª em biodiversidade de especies animais na ilha do borneu…

Mais info sobre a indónesia
Por Thais Pacievitch

pesquisadores estudaram um fóssil encontrado em 1891, chamado de Homem de Java (Pithecantropus Erectus).

Por volta de 300 a.C, tribos originárias da Ásia se espalharam pelas ilhas e povoaram o arquipélago. Os casamentos entre os asiáticos e os nativos formaram diferentes etnias, em diferentes ilhas.

Atualmente, a população da Indonésia é composta por aproximadamente 300 etnias, entre elas são faladas mais de 500 línguas e/ou dialetos diferentes na região. Com a quarta maior população mundial, a Indonésia conta com 237.512.355 habitantes.

A grande maioria dos indonésios é da etnia javanesa. O restante da população se divide em inúmeras etnias, sendo que as mais conhecidas são as etnias dos sudaneses e a dos malaios.

Em 2007, a população da Indonésia cresceu 1,21%. A taxa de fertilidade é de 2,34 filhos por mulher. A mortalidade infantil no país é de 31,04 mortes a cada mil nascimentos. A média de expectativa de vida no país é de 70 anos (67 anos para os homens e 73 anos para as mulheres).

As ilhas mais densamente povoadas da Indonésia são Java, Bali e Madura, nas quais vivem mais de 60% da população. As pessoas geralmente vivem ao longo da costa dessas ilhas ou nos vales banhados por rios.

A Indonésia possui a maior população muçulmana do mundo. A liberdade religiosa é garantida pela constituição, embora só sejam reconhecidas no país seis religiões: Islamismo, Protestantismo, Catolicismo, Budismo, Hinduismo e Confucionismo. Aproximadamente 88% da população é seguidora do Islamismo, sendo que o restante da população se divide entre as religiões reconhecidas, embora, em algumas ilhas, o animismo ainda seja praticado. Na ilha de Bali e em Lombok ocidental seguem uma religião que mistura o hinduismo com crenças dos antigos povos de Bali e de Java, que cultuavam o espírito da natureza (grandes árvores, montanhas, etc.). Essa religião é chamada de Bali Hinduísmo.

A educação na Indonésia é obrigatória no ensino fundamental, que lá dura 9 anos. O índice de analfabetismo entre a população é de 10%.

A língua Indonésia (Bahasa Indonesia) é a língua oficial no país, embora a maioria da população, além da língua oficial, use no dia-a-dia outras línguas como o sudanês e o javanês, e vários dialetos, dependendo da região.

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