precaridade versus exploração empresas portuguesas na lista negra

Posted: 2 de Agosto de 2011 in Política e finanças, Sociedade
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A lista é longa mas citarei apenas alguns casos conhecidos empresas tais como: Conclusão Estudos e formação Lda que contrata pessoal a pagar o salario mínimo, a recibo verde o que significa abaixo do salario mínimo para pessoal licencicado com cursos superior que por lá vão ficando até encontrar algo melhor  enquanto seu proprietários vivem em luxuosas casas e  jaguares com património e fortuna pessoal  crescente infelizmente casos como esses de empresas, empresários e grupos financeiros que se aproveitam da actual “crise” não são raros, pois nas actuais condições que o mercado se encontra  permite essas situações, jovens licenciados hà procura do primeiro emprego que precisam de mostrar curriculum, sem grandes encargos familia sujeitam se a tudo, dái o stagio curricular se ter substituido ao contrato de trabalho
Temos ainda as empresas de trabalho temporário a quem mt gente recorre pelo elevado numero de ofertas mas que nunca se dignam responder sequer ao envio de curriculos ou cartas de apresentação, demonstrando nem mesmo por uma resposta automática  total indiferença e derespeito pelo trabalhador como ser humano, resumindo as ofertas e candidaturas a simples numeros, estatisticas e spam, escravizados pela mão de obra barata a quem estes senhores recorrem pagando salários miseráveis pois se pudessem pagariam abaixo do salário mínimo mas exigindo sempre um máximo da rentabilidade de cada um acenando e aterrorizando com o fantasma do despedimento ou simplesmente usando e abusando dos seus subditos ja á mingua roubando lhe cada gota de suor sugando lhe a energia mental fisica e extorquindo lhe o melhor da vida os seus melhores anos até que este desista e seja substituindo por outro
mas a imagem que passam essa é impoluta com logotipos sonantes como (talenter trab temporário)em que a logomarca se destaca pelo numero 1 que talento  é esse que paradigma é esse apenas de  servir aos seus propósitos egoístas assombrosos da maquina capitalista canibalista que visa enriquecer a elite minoritária já gorda e cevada cavando cada vez mais fundo o poço da desigualdade.
A precariedade no trabalho é uma praga social que se está a alargar em Portugal, atingindo mais de um milhão e duzentos mil trabalhadores, envolvendo situações de contratos a termo, trabalho temporário, falsa prestação de serviços, recibos verdes, bolsas de investigação e estágios profissionais, nos mais diversos sectores incluindo a Administração Pública.

Tal situação comporta graves problemas e dificuldades a um elevado número de trabalhadores, criando instabilidade e incerteza com alternância entre períodos de trabalho precário e desemprego, em muitas situações por largos anos. Conduz a baixos salários e remunerações e à não aplicação de direitos.

A precariedade tem objectivos claros, aproveitar a fragilidade dos vínculos de trabalho para agravar a exploração dos trabalhadores nessa situação, fixando salários e remunerações consideravelmente mais baixos, liberalizando horários, determinando piores condições de trabalho, eliminando a aplicação de direitos.

Mas a precariedade é mais do que um ataque aos trabalhadores que estão nessa situação, é um ataque a todos os trabalhadores. A partir de um certo número de trabalhadores precários numa dada empresa, é a força reivindicativa de todo o colectivo que fica enfraquecido na luta pela defesa e progresso dos seus interesses e direitos. Se os trabalhadores em situação precária não aderem por receio a uma dada forma de luta, por exemplo uma greve, esta acaba por perder força afectando todos os trabalhadores da empresa ou sector e é nisso que o patronato e o Governo apostam.

Vamos acabar com isto amigo divulga o teu caso pessoal como anónimo denuncia-o fala de tua justiça usa este instrumento chamado internet enquanto a censura não te abafa a voz

Comentários
  1. Fernanda diz:

    A Kelly Services Empresa de Trabalho Temporário NIPC 504 909185, sede na Rua Joshua Benoliel, nº Edifício Altos das Amoreiras 9º e 10º B, cod: 1250-133. Costuma sonegar descontos a Segurança Social, nos recibos dos funcionários que ela terceiriza a prestação de serviço, adiciona subsídios que não estão no contrato de trabalho, de forma não pagar 23,75% na totalidade que recebem os funcionários.
    Em Janeiro de 2013, fez pior, baixou por conta própria os salários dos colaboradores de 15% a 27%, não cumprindo nem o que está escrito no contrato de trabalho. Todos os colaboradores que trabalham para um Hotel em Lisboa, em regime de extra através da Kelly Services estão a ser coagidos a se não aceitar assinar novo contrato com salários mais baixo, vai ser substituído. Querem aumentar as percentagens que ganham com o nosso trabalho.
    Estão envolvidas Funcionárias da Agencia Aeroporto, Rua C Edifício 124, Gab. 2A Lisboa. 1700-008. A principal Funcionária que está a nos chantagear é que se chama Cátia. Tel: 218428590
    Somos constantemente pressionados a pedir demissão e dizem a todos que são trabalhadores extras, e que não temos direitos, eles podem nos pagar o que quiser! Como uma empresa desta pode funcionar em Portugal? Sem Ética ou Responsabilidade Social, usando e abusando das pessoas! As empresas podem usar, abusar e humilhar dos trabalhadores assim? Mesmo sabendo que empresa sonega impostos, porque quando tira do trabalhador ainda tem a lata de falar: que assim diminui o escalão e não se paga imposto! Quer dizer: eu deixo de pagar as Finanças e a Kelly Services pode embolsar nossos salários e não paga nada mais por isso?
    Sem contar a nossa querida e falida Segurança Social, que também não recebe correctamente por parte da empresa e ainda vai suportar no futuro custos de processos no Ministério do Trabalho, porque sem dinheiro é lá onde todos vamos parar!

  2. Tiago diz:

    Trabalhei durante 15 dias através da Kelly Services, a partir de uma oferta de emprego afixada no IEFP. Apresentaram-me um contrato de formação juntamente com um contrato de trabalho, no último dia, pressionaram-me para assiná-lo e entregá-lo no fim do dia de trabalho. Não assinei, pois o contrato também apresentava erros ortográficos nas cláusulas e na morada. O horário de trabalho de 4 horas era na prática de 8 a 10 horas. No fim,não me pagaram.Sempre ouvi dizer que os contratos de muito curta duração não é necessário uma assinatura.Pessoas próximas aconselham-me a ir ao Ministério do Trabalho(que mudou de instalações para Marvila – Lisboa)

  3. Marco Valente diz:

    Assinei 1 contrato de formação no dia 02/02/2012 com data de 09/12/2012, ainda tentei trazer o contrato por assinar mas de imediato recusaram. entrei na empresa cliente a 9 de dezembro o qual nao fui pago no fim desse mês apenas agora no dia 02/02 quando assinei este contrato em 2 cheques. sei que tudo funciona mal o estado aprova este tipo de situações. Assinei este contarto sobre pessão uma vez que so pagavam contra assinatura deste.Esta empresa é a talenter.

  4. O trabalho temporário é uma armadilha para os desesperados. Têm que aceitar alguma coisa (ninguém vive do ar) e quando dão por si passaram 10 anos em condições infernais, estão com um salário de nível de entrada, não subiram na empresa (aliás ainda nem fazem parte da empresa) e já não são miúdos a quem os 400/500 euros são apenas rendimento disponível para a farra. Alguns entendem a armadilha onde estão metidos, outros só conseguem ver as grades que os prendem as o que que realmente os une é o medo. Qualquer altercação é vista como um risco inaceitável ao pouco que já têm… para quem já está no fundo da “cadeia alimentar” salarial é irónico.

    • Anónimo diz:

      A Kelly Services Empresa de Trabalho Temporário NIPC 504 909185, sede na Rua Joshua Benoliel, nº Edifício Altos das Amoreiras 9º e 10º B, cod: 1250-133. Costuma sonegar descontos a Segurança Social, nos recibos dos funcionários que ela terceiriza a prestação de serviço, adiciona subsídios que não estão no contrato de trabalho, de forma não pagar 23,75% na totalidade que recebem os funcionários.
      Em Janeiro de 2013, fez pior, baixou por conta própria os salários dos colaboradores de 15% a 27%, não cumprindo nem o que está escrito no contrato de trabalho. Todos os colaboradores que trabalham para um Hotel em Lisboa, em regime de extra através da Kelly Services estão a ser coagidos a se não aceitar assinar novo contrato com salários mais baixo, vai ser substituído. Querem aumentar as percentagens que ganham com o nosso trabalho.
      Estão envolvidas Funcionárias da Agencia Aeroporto, Rua C Edifício 124, Gab. 2A Lisboa. 1700-008. A principal Funcionária que está a nos chantagear é que se chama Cátia. Tel: 218428590
      Somos constantemente pressionados a pedir demissão e dizem a todos que são trabalhadores extras, e que não temos direitos, eles podem nos pagar o que quiser!
      Como uma empresa desta pode funcionar em Portugal? Sem Ética ou Responsabilidade Social, usando e abusando das pessoas! As empresas podem usar, abusar e humilhar dos trabalhadores assim? Mesmo sabendo que empresa sonega impostos, porque quando tira do trabalhador ainda tem a lata de falar: que assim diminui o escalão e não se paga imposto! Quer dizer: eu deixo de pagar as Finanças e a Kelly Services pode embolsar nossos salários e não paga nada mais por isso?
      Sem contar a nossa querida e falida Segurança Social, que também não recebe correctamente por parte da empresa e ainda vai suportar no futuro custos de processos no Ministério do Trabalho, porque sem dinheiro é lá onde todos vamos parar!

    • annanda diz:

      A Kelly Services Empresa de Trabalho Temporário NIPC 504 909185, sede na Rua Joshua Benoliel, nº Edifício Altos das Amoreiras 9º e 10º B, cod: 1250-133. Costuma sonegar descontos a Segurança Social, nos recibos dos funcionários que ela terceiriza a prestação de serviço, adiciona subsídios que não estão no contrato de trabalho, de forma não pagar 23,75% na totalidade que recebem os funcionários.
      Em Janeiro de 2013, fez pior, baixou por conta própria os salários dos colaboradores de 15% a 27%, não cumprindo nem o que está escrito no contrato de trabalho. Todos os colaboradores que trabalham para um Hotel em Lisboa, em regime de extra através da Kelly Services estão a ser coagidos a se não aceitar assinar novo contrato com salários mais baixo, vai ser substituído. Querem aumentar as percentagens que ganham com o nosso trabalho.
      Fizemos queixa a ACT desde dia 19 de Fevereiro de 2013, mas até agora nada, e ainda somos constantemente pressionados a pedir demissão e dizem a todos que são trabalhadores extras, e que não temos direitos, eles podem nos pagar o que quiser! Como uma empresa desta pode funcionar em Portugal? Sem Ética ou Responsabilidade Social, usando e abusando das pessoas! Também pudera! Com este Sistema de Justiça ao trabalhador Português, as empresas podem usar, abusar e humilhar os trabalhadores que o socorro não chega! Mesmo sabendo que empresa sonega impostos, porque quando tira do trabalhador ainda tem a lata de falar que assim diminui o escalão e não se paga imposto! Quer dizer: eu deixo de pagar as Finanças e a Kelly Services pode embolsar nossos salários e não paga nada mais por isso?
      Sem contar a nossa querida e falida Segurança Social, que também não recebe por parte da empresa e ainda vai suportar no futuro custos de processos no Ministério do Trabalho, porque sem dinheiro é lá onde todos vamos parar!

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