Facebook: 28 milhões de divórcios à conta das redes sociais

Posted: 19 de Março de 2013 in Cultura, internacional, Luta e protesto, Sociedade

Mark Zuckerberg aderiu ao casamento no sábado, quando trocou alianças com sua namorada há mais de nove anos, Priscilla Chan. O mesmo criador do Facebook que se casa agora, entretanto, é um dos responsáveis por pelo menos 1/3 dos divórcios nos EUA.

O Wall Street Journal divulgou nesta segunda uma pesquisa que afirma que mais de 1/3 dos divórcios nos EUA tem a palavra “Facebook” citada no processo. O estudo é da Divorce Online, uma empresa de advogados.

Além disso, nada menos que 80% dos advogados que cuidam dos processos de separação afirmam que está crescendo o número de divórcios por conta das redes sociais, segundo dados da Academia Americana de Advogados Matrimoniais.

Por que? Ao contrário de casos extraconjugais tradicionais, que poderiam levar anos para serem descobertos, pelo Facebook está a apenas “um clique”, além de o site estimular as pessoas a traírem, por tornar fácil o encontro, opina o especialista Jason Krafsky ao jornal norte-americano. “O Facebook coloca tentação em possoas que nunca teriam coragem de correr o risco de trair.”
Pesquisa da Academia Americana de Advogados Matrimoniais mostra que a palavra “Facebook” é citada em mais de um terço dos processos de divórcio nos Estados Unidos!

Mais: 80% dos advogados que cuidam de casos de separação afirmam que há um crescimento considerável do papel do Facebook nas crises conjugais que levam ao divórcio.

“Vejo o Facebook destruindo casamentos o tempo todo”, disse Gary Traystman, advogado de New London (Connecticut), de acordo com o “NY Post”.
Um estudo realizado por advogados britânicos mostra que o Facebook é citado em quase todas as causas de separação nos últimos meses.

“Mais de 20% dos pedidos de divórcio fazem referência ao Facebook”, revela o director-geral do Divórcio-Online, Mark Keenan, citado pelo ‘Expansión’.

“A razão mais apontada tem que ver com conversas sexuais inadequadas com pessoas com quem os utilizadores não as deveriam ter”, explica o mesmo responsável.

A dimensão do fenómeno é tal que já há empresas a desenvolver softwares próprios para que as pessoas possam espiar os seus companheiros através das redes sociais.

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