Queda das Estrelas – Um dos ultimos Sinais proféticos da vinda de Jesus anuciados e seu cumprimento na História

Posted: 14 de Setembro de 2014 in Curiosidades, Profecias, Religião

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“…Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, esperarás para julgar os que habitam em toda a terra e vingar o nosso sangue?”
“E as estrelas do céu caíram sobre a Terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte.” Apocalipse ó: 2-l3.

Esta profecia teve cumprimento surpreendente a impressionante na grande chuva meteórica de 13 de novembro de 1833. Aquela foi a mais extensa a maravilhosa exibição de estrelas cadentes que já se tem registrado, “achandose então o firmamento inteiro, sobre todos os Estados Unidos, durante horas, em faiscante comoção! Neste país, desde que começou a ser colonizado, nenhum fenômeno celeste já ocorreu que fosse visto com tão intensa admiração por uns ou com tanto terror a alarma por outros.” “Sua sublimidade a terrível beleza ainda perdura em muitos espíritos . . . . Raras vezes caiu chuva mais densa do que caíram os meteoros em direção à Terra; Leste, Oeste, Norte a Sul, tudo era o mesmo. Em uma palavra, o céu inteiro parecia em movimento . … 0 espetáculo, como o descreveu o diário do professor Silliman, foi visto por toda a América do Norte . . . . Desde as duas horas até pleno dia, estando o céu perfeitamente sereno a sem nuvens, um contínuo jogo de luzes deslumbrantemente fulgurantes se manteve em todo o firmamento.” – Progresso Amencano, ou Os Grandes Acontecimentos do Maior dos Séculos, R. M. Devens.

“Nenhuma expressão, na verdade, pode, chegar à altura do esplendor daquela exibição
magnificente; . . ,. pessoa alguma que não a testemunhou pode ter uma concepção adequada de sua glória. Dir-se-ia que todas as estrelas se houvessem reunido em um ponto próximo do zênite, a dali fossem simultaneamente arrojadas, com a velocidade do relãmpago, a todas as partes do horizonte; e, no entanto, não se exauriam, seguindo-se milhares celeremente no rastro de milhares, como se houvessem sido criadas para a ocasião.” – F. Reed, no Christian Advocate and journal, de 13 de dezembro de 1833. “Não era possível contemplar um quadro mais fiel de uma figueira lançando seus figos quando açoitada por um vento forte.” – The Old Countryman, no Advertiser, vespertino de Portland, de 26 de novembro de 1833.

No Journal of Comerce, de Nova Iorque, de 14 de novembro de 1833, apareceu um longo artigo considerando este marsvilhoso fenômeno, artigo que continha esta declaração: “Nenhum filósofo ou sábio mencionou ou registrou, suponho-o eu, um acontecimento semelhante ao de ontem de manhã. Um profeta há mil a oitocentos anos predisse-o ex-atamente – se não nos furtarmos ao incômodo de

compreender o chuveiro de estrelas como a queda das mesmas, . . . no único sentido em que é possível ser isso literalmente verdade.”

Fonte: G.C. Pag288-289

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