Archive for the ‘Nova Ordem Mundial’ Category


Os aviões produzem contrails. O que é o Contrail? A palavra “contrail” resulta da junção das palavras “Condensation” e “Trail” e significa “rasto de condensação”. Libertados por aviões comerciais normais, estes rastos resultam das diferenças de temperatura dos gases emitidos pelas turbinas e desaparecem segundos depois da sua formação, acompanhando o percurso do avião e, só se formam, sob certas condições:
• Altura superior a 8.000 metros
• Humidade relativa igual ou superior a 70%
• Temperatura inferior a – 40º C

A palavra “chemtrail” resulta da junção das palavras “chemical” e “Trail”, que significa “rasto químico”. Os Chemtrails são criados intencionalmente, sendo formados por toxinas e metais pesados, dispersos deliberadamente com uma intenção através de aviões preparados para o efeito. Aparecem em altitudes inferiores onde a temperatura não chega a esses mínimos e, permanecem ali durante horas no céu. Qualquer rasto de avião que permaneça mais de 1 ou 2 minutos na atmosfera poderá ser considerado como Chemtrail.

Os produtos tóxicos constituídos e designados para a criação de nuvens artificiais são encontrados nos testes atualmente realizados em laboratórios com amostras provenientes das zonas afetadas pelos Chemtrails.

Os Chemtrails contêm metais pesados e outras substâncias prejudiciais para os seres humanos, animais e plantas; frequentemente peixes e pássaros apareceram mortos em grandes quantidades (envenenamento através de Chemtrails).

As partículas de metais e outros componentes dos Chemtrails quando inalados por um ser vivo alojam-se rapidamente nos pulmões, tendo consequências graves para a saúde. O relatório divulgado a 3 de fevereiro de 2011 e realizado por Ilya Sandra Perlingieri, demonstra o dramático aumento de metais pesados na atmosfera, sendo que estes não são elementos naturais da mesma.

Vários cientistas já confirmaram que está a ser utilizada uma mistura de sais de bário com fibras de polímero e outros produtos químicos que quando dispersos na atmosfera resultam numa aplicação utilizada para a propagação de ondas rádio eletromagnéticas, sendo direta e indiretamente responsáveis por vários sintomas que surgem no corpo humano, independentemente da faixa etária.

Outro relatório também regista o aparecimento de um cocktail de combustível do tipo JP8 + 100, misturado com 1,2-dibromoetano. Este pesticida químico foi banido em 1983 pela Agência para a Proteção do Ambiente dos EUA (EPA) sendo identificado como uma toxina química e substância cancerígena. Frequentemente são avistadas zonas coloridas no céu, formadas por 1,2-Dibromoetano, também conhecido como brometo de etileno.

Os Chemtrails com Dibromoetano são altamente tóxicos para a saúde.

Anúncios

O Parlamento Europeu, em Bruxelas, recebe nesta Quarta-feira uma conferência para relançar o debate sobre a protecção do Domingo.

O encontro é organizado pelos deputados Thomas Mann (Partido Popular Europeu) e Patrizia Toia (Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas) e pela Fundação Konrad Adenauer. A iniciativa é apoiada por sindicatos europeus, organizações da sociedade civil e Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE).

A sessão, que ocorrerá entre as 15h30 e 18h30 (hora continental portuguesa), contará com as intervenções do novo comissário do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, bem como de especialistas e deputados.

A Comissão Europeia deverá apresentar proximamente um novo projecto de directiva referente ao tempo de trabalho. Na sua versão original (1993), o documento referia que o Domingo seria, “em princípio”, o dia de repouso semanal.

A menção foi retirada em 1996 pelo Tribunal de Justiça Europeu porque o legislador não provou o nexo entre o dia de descanso e a protecção da saúde dos trabalhadores.

A COMECE defende que um dia de repouso semanal comum a toda a sociedade permite que as famílias se encontrem e que os cidadãos se dediquem a actividades culturais, espirituais e sociais.

O Domingo, acrescenta a Comissão das Conferências Episcopais, permite manter a coesão das sociedades, sendo por isso “um elemento precioso que convém reabilitar como pilar do modelo social europeu”.

fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78171  (agencia de notícias católica)


Apesar do programa americano PRISM, de monitoramento de dados eletrônicos, ter causado indignação na Europa, uma reportagem publicada na edição desta sexta-feira do jornal Le Monde mostra que a França também utiliza práticas semelhantes em nome da luta contra o terrorismo.

Bernard Bajolet, chefe da DGSE, Direção Geral da Segurança Externa AFP PHOTO BERTRAND LANGLOIS

Bernard Bajolet, chefe da DGSE, Direção Geral da Segurança Externa
AFP PHOTO BERTRAND LANGLOIS

A reportagem do jornal francês revela que a Direção Geral da Segurança Externa (DGSE), a agência de inteligência francesa, intercepta e estoca sinais eletromagnéticos emitidos por computadores e telefones, no país e no exterior. Isso inclui e-mails, mensagens para celular, ligações e acessos ao Twitter e ao Facebook. Tais sinais são captados por satélites espiões e cabos submarinos de fibra ótica. O programa, similar ao americano PRISM revelado por Edward Snowden, foi batizado de “Big Brother francês”.

Esses dados, depois de coletados, permanecem anos em poder das autoridades francesas, o que em princípio, é totalmente ilegal. Eles são estocados em um supercomputador instalado no subsolo da sede da DGSE no Boulevard Mortier, em Paris, onde estão à disposição para consulta dos serviços de inteligência.

Batizada com o sugestivo nome de “nfraestrutura de mutualização”, esta imensa base de dados é utilizada para traçar as atividades on-line de um suspeito potencial. Os metadados são então analisados e podem revelar muitas vezes os caminhos utilizados por redes criminosas ou terroristas. Não se tratam de mensagens propriamente ditas, mas de gráficos que trazem informações preciosas para os especialistas capazes de decifrá-las. Em seguida, cabe aos serviços secretos a decisão de utilizar outros métodos, como grampos telefônicos, para obter outras informações.

Aparato é ilegal, diz comissão

O aparato seria totalmente ilegal, segundo a Comissão Nacional de Informática e Liberdade, órgão francês encarregado de fiscalizar o respeito à privacidade, aos direitos humanos e às liberdades individuais na Internet. Segundo a legislação francesa, uma possível interceptação de informação deve ser autorizada pelo primeiro-ministro e uma comissão destinada a esse tipo de questão.

O governo francês contesta as conclusões da reportagem do Le Monde, e afirma que os dados técnicos não são coletados pelos serviços secretos, mas pelo grupo interministerial de controle. Essas práticas também estão previstas na lei francesa. Depois de serem utilizados os dados são destruídos, de acordo com Jean-Jacques Urvoas, membro da delegação parlamentar do Serviço de Inteligência francês.

Fonte: http://www.portugues.rfi.fr


…e  agente da CIA que o denunciou

Muito se tem falado sobre o jovem Edward Snowden. Mas quem é ele? O que fez para ser falado? Bem, trata-se de um assistente técnico da CIA que resolveu deixar tudo para trás, família e emprego, e denunciar um mega sistema de vigilância americano, o PRISM.

Claro que à maioria dos media apenas interessa a história sensacionalista do ‘homem que quer denunciar algo, arriscando a sua vida’. Mas a história é muito mais que isso, aliás, essa mesma história pode estar a ser deixada de lado por conveniência.

Vamos saber porquê… vamos conhecer o PRISM!

nsa

O QUE É O PRISM?

PRISM é um programa de vigilância de telecomunicações altamente secreto, e o qual muitas pessoas não têm sequer conhecimento da sua existência. Desde 2007 que assim é. O objectivo do programa PRISM é vigiar e monitorizar toda a actividade das telecomunicações, bem como avalia-las, de forma a recuperar informações armazenadas acerca de um determinado alvo e vigiar toda a comunicação em tempo real.

Este é um projecto da NSA (National Security Agency), agência que trata dos assuntos de inteligência, ou seja, espionagem, e que pode fornecer a esta agência os mais diversos tipos de informação acerca das comunicações efectuadas.

PRISM  é então um sistema de vigilância constante e em tempo real, e que monitoriza tudo aquilo que o utilizador faz nas telecomunicações como:

  • Telefonemas
  • Actividade do Cartão de Crédito
  • Mensagens nas redes sociais
  • Sites na Internet que visitamos
  • Email
  • Mensagens
  • Skype
  • Fotografias
  • Vídeos
  • IP
  • Transferências
  • Notificações de login
  • Vários detalhes das redes sociais
  • entre outros

prism2

Todos os dados seriam então depois enviados para a NSA.

São várias as instituições que incorporam nos dados deste serviço, tais como: Microsoft, Google, Facebook, Yahoo, Apple, Youtube, AOL, Skype, etc. Segundo o The Washington Post, o PRISM é a “a principal fonte primária de inteligência usada nos relatórios de análise da NSA”.

O PRISM foi o sistema que surgiu para substutuir o antigo Programa de Vigilância do Terrorismo, implementado depois dos ataques a 11 de Setembro, que obteve as mais variadas críticas.

PRISMbriefingS2HApr2013_v1_0.pptx

QUEM É EDWARD SNOWDEN?

Tudo aconteceu quando um jornalista do jornal Washington Post recebeu slides de informação de Edward Snowden, um ex-agente da NSA, engenheiro e administrador de Redes Informáticas. Snowden afirmava não concordar com esta acção do Governo nem com a forma como estava a ser feito.

Snowden acusa que este sistema está a aceder a informações restritas dos 9 principais sites dos EUA, acima descritos. O ex-agente denuncia ainda que estas empresas entregaram inúmeros dados e informações à NSA.

edwarn

A imagem acima retrata a ‘linha do tempo’ das empresas que aderiram, sendo que a última foi a Apple, em outubro de 2012. A imagem mostra ainda que o PRISM tem custos de 20 milhões de dólares/ano.

Snowden denunciou, assim, um programa que vigia tudo o que fazemos, com quem fazemos, e porquê fazemos através das telecomunicações.

Segundo Snowden “quem deve decidir se os governos devem – ou não – investigar o que as pessoas comuns fazem na internet são os próprios cidadãos”

Esta revelação levou as pessoas a terem um ‘choque da realidade’ com que aquilo que fazemos, por muito secreto que seja, está a ser vigiado por alguém, na NSA, comprometendo, gravemente, a nossa privacidade.

Após a denúncia, Snowden fez capa de vários jornais em todo o mundo.

E, se por um lado os membros do governo designam o jovem ex-agente como traidor, muitos outros, como jornalistas e analistas, designam-no de herói, comparando-o mesmo a Assange do Wikileaks, o qual já deu total suporte a Snowden.

MAS O PRISM É LEGAL E LEGÍTIMO?

No senso comum do homem, é claro que um programa assim não pode ser legal, não se não for informada a população da sua existência, e se a mesma não concordar com ele. No entanto estamos a falar de instituições demasiado poderosas (e nem sempre justas), que por vezes colocam os seus interesses acima da lei.

Contudo, existe, na lei americana, um artigo designado “USA Patriotic Act” de 2001, desenvolvido para proteger a segurança aquando possíveis ataques terroristas. Na secção 215 deste artigo, vem indicado que o governo poderá omitir ordens de vigilância para atingir qualquer alvo que seja considerado ‘relevante’ para uma investigação de segurança nacional.

PatriotAct

Keith Alexander, director da NSA, afirmou mesmo que o sistema PRISM já saltou diversas vidas, uma vez que detectou e eliminou dezenas de atentados e ataques terroristas. Adianta ainda que se trata d euma forte vigilância da NSA que é feita de forma firme e transparente, não significando isso que os trabalhos e resultados se possam tornar públicos.

”Dada a natureza do trabalho, obviamente, poucas pessoas fora dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário estão a par dos detalhes do que fazemos ou sabem que operamos todos os dias sob diretrizes rígidas e com um dos regimes de supervisão mais rigorosos do governo americano“

POSIÇÃO DE BARACK OBAMA

O Presidente dos Estados Unidos da América defende o sistema PRISM, dizendo que a invasão da privacidade realizada pela NSA seria somente modesta, e que “ninguém estaria ouvindo telefonemas”. Por outro lado, Obama afirou que estas ferramentas seriam utilizadas somente para monitorizar estrangeiros o que, apesar de ter aliviado os americanos, causou mal estar no resto do Mundo.

REACÇÕES DOS UTILIZADORES

Como é mais que natural, esta bomba foi muito mal recebida pelas pessoas de todo o Mundo. Não é nada confortável estarmos no nosso computador, no nosso telemóvel ou tablet e sabermos que estamos a ser algo de um mega ‘Big Brother das telecomunicações’. A meu ver este género de sistemas já era suspeito de muitas pessoas, mas que se negavam a aceitar a sua existência e, só agora, os seus receios se tornaram realidade. O PRISM existe.

Depois das declarações de Obama, várias pessoas de outros países se indignaram. Viviane Reding,  secretária de Justiça da União Europeia pediu explicações ao presidente norte-americano e afirmou que “programas como o PRISM e as leis que justificam esses programas podem ter consequências desfavoráveis para os direitos fundamentais dos cidadãos da UE”.

Angela Merkel mostrou-se também indignada, afirmando que vai pedir justificações a Obama na sua próxima visita ao país.

O QUE DIZEM AS EMPRESAS COLABORADORAS?

As empresas às quais os utilizadores deram a ganhar através da compra de produtos e nas quais confiaram os seus dados e actividades. O que têm elas a dizer?
22
Depois de ao início terem negado estas acusações, empresas como Google, Facebook e Microsoft passaram a pedir à NSA mais transparência no funcionamento do PRISM. A própria Google pediu à agência americana que a autorizasse a tornar público quais os dados dos utilizadores fornecidos e o motivo.
Este pedido pode ser visto em mais pormenor no blog da Google.

O Facebook refere que gostaria de revelar um relatório de transparência, de forma a mostrar àqueles que utilizam esta gigante rede social, quais os pedidos da NSA e como é que a empresa respondeu a tais requisições de dados.

As empresas negam ainda que a NSA tenha tido acesso às suas bases de dados, afirmando que existiam ervidores ou HDs que recebiam a informação pedida sobre os utilizadores que, de seguida, sera entregue à NSA.

ESTADO ACTUAL DESTA POLÉMICA

Snowden fugiu da sua base no Havaí, para Hong Kong (país inimigo dos EUA). No entanto, após várias entrevistas para o The Guardian, o jovem desapareceu sem deixar rasto, facto que está a deixar todos revoltados e a temer o que lhe poderá ter acontecido.

Snowden tem sido um dos principais temas de debate nas redes sociais, exindo mesmo várias petições onlineque exigem o perdão de Barack Obama para com o ex-agente.

Fonte: pplware


 


fmi
Depois que a economista Karen Hudes, demitida do Banco Mundial por ter revelado informações sobre a corrupção na instituição, explicou com detalhes os mecanismos bancários para dominar as finanças em nível planetário, fica ainda mais real o artigo de Ladislau Dowbor, professor titular da Universidade Católica de São Paulo (USP-SP) e doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, publicado de forma discreta, há duas semanas.

Karen Hudes, graduada pela escola de Direito de Yale, trabalhou no departamento jurídico doBanco Mundial durante 20 anos. Assessora jurídica superior, cargo que ocupava no Banco, Hudes teve acesso a informações suficientes para formar uma visão global de como a elite financeira, resumida em uma centena de famílias, literalmente domina o mundo. Desse modo, Hudes passa traçar um quadro da realidade global, distante das ‘teorias da conspiração’ que habitam a internet.

Segundo a especialista, citada pelo no portal Exposing The Realities, aquela elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e de gigantes corporações para dominar a economia nos cinco continentes. Citando um explosivo estudo suíço de 2011, publicado na revista Plos One a respeito da “rede global de controlo corporativo”, Hudes enfatizou que um pequeno grupo de entidades, na sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exerce uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores.

“O que realmente está a acontecer é que os recursos do mundo estão a ser dominados por esse grupo”, escreveu a especialista com 20 anos de trabalho no Banco Mundial, e acrescentou que os “capturadores corruptos do poder” também conseguiram dominar os meios de comunicação. “Isso é-lhes permitido”, assegurou.

O estudo suíço que mencionou Hudes foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma “super-entidade”, composta de 147 megacorporações, todas muito unidas e capazes de controlar 40% de toda a economia mundial.

Contudo, as elites globais não controlam apenas essas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas, mas, sim, controlam as finanças de quase todas as nações do planeta. São o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, como a Reserva Federal Norte Americana, que controla toda a emissão de dinheiro e a sua circulação internacional.

“Um organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão de dinheiro do mundo inteiro. É o chamado Banco de Pagamentos Internacionais (Bank for International Settlements). Trata-se do banco central dos bancos centrais, localizado na Basileia, Suíça, mas que possui sucursais em Hong Kong e na Cidade do México.

“É essencialmente um banco central do mundo não eleito, que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (…). Hoje, 58 bancos centrais, em nível mundial, pertencem ao Banco de Pagamentos Internacionais, e têm, em muito, mais poder na economia dos Estados Unidos (ou na economia de qualquer outro país) do que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais reúnem-se na Basileia para outra ‘Cúpula de Economia Mundial’. Durante essas reuniões, são tomadas decisões que atingem todos os homens, mulheres e crianças do planeta, e nenhum de nós tem voz naquilo que se decide”, afirma Hudes.

“O Banco de Pagamentos Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do próximo sistema financeiro global unificado”, acrescentou.

Segundo Hudes, a ferramenta principal de escravizar as nações e governos inteiros é a dívida.

“Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver todos os nossos governos escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam viciados nas gigantes contribuições financeiras que eles canalizam nas suas campanhas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de informação, esses meios nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona o nosso sistema”, afirmou.

Um poder
muito maior

Em seu artigo, intitulado O Poder corporativo dos intermediários financeiros, Ladislau Dowbor cita pesquisa divulgada recentemente que revelou dados significativos, como o fato de as corporações formarem uma gigantesca estrutura em rede, em que grande parte do controle flui para um núcleo pequeno e fortemente articulado de instituições financeiras, que, por sua vez, exerce um poder muito maior do que se poderia supor com base em sua riqueza

Leia, adiante, o artigo do professor Dowbor:

Controlar de forma organizada uma cadeia produtiva gera naturalmente grande poder econômico, político e cultural. Econômico, em razão do imenso fluxo de recursos – em alguns casos, maior do que o PIB de numerosos países –; político, com a apropriação de grande parte dos aparelhos de Estado; e cultural, por meio da mídia de massa, que cria, através de pesadíssimas campanhas publicitárias, uma cultura de consumo e dinâmicas comportamentais que interessam a esse poder.

É natural e saudável que tenhamos uma grande preocupação em não inventar conspirações diabólicas e maquinações maldosas. Mas ao vermos que no topo dos principais setores econômicos as atividades se reduziram a poucas empresas extremamente poderosas começamos a entender que se trata, sim, de poder político. Agindo no espaço planetário, na ausência de governo mundial, e diante da fragilidade do sistema multilateral, os controladores desses setores manejam grande poder sem contrapeso significativo algum.

Pesquisa do Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla em inglês)1, pela primeira vez nessa escala, ilumina essa realidade com dados concretos. A metodologia é muito clara. Foram selecionadas 43 mil corporações do banco de dados Orbis 2007 e estudou-se como se relacionam: peso econômico de cada entidade, rede de conexões, fluxos financeiros e em quais empresas cada uma tem participação acionária que permite o controle indireto. O caráter inovador da pesquisa reside no fato de ter estudado as principais corporações do planeta e expandido a metodologia de forma a traçar um mapa de controles do conjunto dessas empresas, incluindo a escala de poder que às vezes corporações menores detêm ao controlar um pequeno grupo de empresas, que, por sua vez, controla uma série de outras empresas, e assim por diante. Temos então exatamente o que o título da pesquisa apresenta: “a rede do controle corporativo global”.

Em termos ideológicos, o estudo está acima de qualquer suspeita. Antes de tudo, é importante mencionar que o ETH de Zurique faz parte da nata da pesquisa tecnológica, ocupando geralmente o segundo lugar depois do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Pesquisadores do ETH já receberam 31 prêmios Nobel, a começar por Albert Einstein. A equipe que trabalhou no artigo entende tudo de mapeamento de redes e da arquitetura que delas resulta. E em nenhum momento tira conclusões políticas apressadas: limita-se a expor de maneira muito sistemática o mapa do poder e a apontar suas implicações.

Impactos no mercado

O resultado da pesquisa é claro: “A estrutura da rede de controle das corporações transnacionais impacta a competição de mercado mundial e a estabilidade financeira. Até agora, apenas pequenas amostras nacionais foram estudadas e não havia metodologia apropriada para avaliar globalmente o controle. Apresentamos a primeira pesquisa da arquitetura da rede internacional de propriedade, junto com a computação do controle de cada ator global. Descobrimos que as corporações transnacionais formam uma gigantesca estrutura em forma de gravata borboleta (bow-tie) e que uma grande parte do controle flui para um núcleo (core) pequeno e fortemente articulado de instituições financeiras. Esse núcleo pode ser visto como uma ‘superentidade’ (super-entity), o que levanta questões importantes tanto para pesquisadores como para os que traçam políticas”.

O controle é definido como participação dos atores econômicos nas ações, correspondendo “às oportunidades de ver seus interesses predominarem na estratégia de negócios da empresa”. Quando se desenha o conjunto da teia de participações, chega-se à noção de controle em rede, que, por sua vez, define o montante total de valor econômico sobre o qual um agente tem influência.

O modelo analisa o rendimento operacional e o valor econômico das corporações e detalha as tomadas mútuas de participação em ações (mutual cross-shareholdings), identificando as unidades mais fortemente conectadas dentro da rede. “Esse tipo de estrutura, até hoje observado apenas em pequenas amostras, tem explicações como: estratégias de proteção contra tomadas de controle (anti-takeover strategies), redução de custos de transação, compartilhamento de riscos, aumento de confiança e de grupos de interesse. Qualquer que seja sua origem, no entanto, fragiliza a competição de mercado… Como resultado, cerca de três quartos da propriedade das firmas no núcleo ficam nas mãos de firmas do próprio núcleo. Em outras palavras, trata-se de um grupo fortemente estruturado (tightly-nit) de corporações que cumulativamente detêm a maior parte das participações umas nas outras”.

Esse mapeamento leva por sua vez à análise da concentração do controle. À primeira vista, sendo firmas abertas com ações no mercado, imagina-se um grau relativamente distribuído também do poder de controle. O estudo buscou saber “o quão concentrado é esse controle e quem são os que detêm maior controle no topo”. Isso é uma inovação se comparado aos numerosos estudos anteriores que mediram a concentração de riqueza e renda. Segundo os autores, não há estimativas quantitativas anteriores sobre o controle. O cálculo consistiu em identificar a fração de atores no topo que detém mais de 80% do controle de toda a rede. Os resultados são fortes: “Apenas 737 dos principais atores (top-holders) acumulam 80% do controle sobre o valor de todas as empresas transnacionais (ETN). Isso significa que o controle em rede (network control) é distribuído de maneira muito mais desigual do que a riqueza. Em particular, os atores no topo detêm um controle dez vezes maior do que o que poderia se esperar com base em sua riqueza”.

Controle quase total

Combinando o poder de controle dos atores no topo (top ranked actors) com suas interconexões, “concluímos que, apesar de sua pequena dimensão, o núcleo detém coletivamente uma ampla fração do controle total da rede. No detalhe, quase dois quintos do controle sobre o valor econômico das ETNs do mundo, por meio de uma teia complicada de relações de propriedade, estão nas mãos de um grupo de 147 ETNs do núcleo, que detém quase pleno controle sobre si mesmo. Os atores do topo dentro do núcleo podem, assim, ser considerados uma “superentidade” na rede global das corporações. Um fato adicional relevante nesse ponto é que três quartos do núcleo são intermediários financeiros”.

Os números em si são muito impressionantes e estão causando impacto no mundo científico – e inevitavelmente vão repercutir no mundo político. Os dados não só confirmam como agravam as afirmações dos movimentos de protesto que se referem ao 1% que se apropria dos recursos dos outros 99%. Andy Haldane, diretor executivo de estabilidade financeira do Bank of England, em Londres, comenta que o estudo do ETH “nos deu uma visão instigante do melhor dos mundos para as finanças. Uma análise como a da ‘rede que conduz o mundo’ é bem-vinda porque representa um salto para frente. Os ingredientes-chave para o sucesso em outras áreas têm sido uma linguagem comum e o acesso compartilhado de dados. No presente momento, as finanças não dispõem de nenhum dos dois”. Haldane comenta também a enorme escala do problema: “O crescimento em certos mercados e instrumentos financeiros tem ultrapassado de longe a lei de Moore, que previu que o poder dos computadores dobraria a cada oito meses. O estoque de contratos financeiros emitidos (outstanding financial contracts) atinge agora cerca de 14 vezes o PIB anual global”.2

Algumas implicações são bastante evidentes. Assim, ainda que na avaliação de alguns analistas citados pela revista New Scientistas empresas se compram umas às outras por razões financeiras e não para dominar o mundo, não ver a conexão entre a concentração de poder econômico e o poder político constitui evidente falta de realismo. Quando numerosos países, a partir dos anos Reagan e Thatcher, reduziram os impostos sobre os ricos, lançando as bases do agravamento recente da desigualdade planetária, não havia dúvidas quanto ao poder político por trás das iniciativas. A lei recentemente aprovada nos Estados Unidos liberando o financiamento de campanhas eleitorais por corporações tem implicações igualmente evidentes. O desmantelamento da legislação que obrigava as instituições financeiras a fornecer informações e regulava suas atividades passa a ter origens claras. A substituição dos impostos sobre os ricos e em particular sobre ganhos financeiros especulativos pelo endividamento público como fonte de recursos governamentais tornou-se o eixo da relação público/privado e está na raiz da crise financeira mundial.

Fragilidade sistêmica

Outra conclusão importante diz respeito à fragilidade sistêmica que geramos na economia mundial. Quando há milhões de empresas, há concorrência real – ninguém consegue “fazer” o mercado, ditar os preços e muito menos o uso dos recursos públicos. Esses desequilíbrios se ajustam com inúmeras alterações pontuais, assegurando certa resiliência sistêmica. Com a escalada atual do poder corporativo, as oscilações adquirem outra dimensão. Por exemplo, com os derivativos em crise, boa parte dos capitais especulativos se reorientou para as commodities, levando a fortes aumentos de preços, frequentemente atribuídos de maneira simplista ao aumento da demanda da China por matérias-primas. A volatilidade dos preços do petróleo e dos grãos, em particular, está diretamente conectada a essas estruturas de poder.

Os autores mostram também as implicações para o controle dos trustes, já que essas políticas operam apenas no plano nacional: “Instituições antitruste ao redor do mundo acompanham de perto estruturas complexas de propriedade dentro de suas fronteiras nacionais. O fato de séries de dados internacionais e métodos de estudo de redes amplas terem se tornado acessíveis apenas recentemente pode explicar como essa descoberta não foi notada durante tanto tempo”. Em termos claros, as corporações atuam no mundo, enquanto as instâncias reguladoras estão fragmentadas em 194 países, sem contar a colaboração dos paraísos fiscais. Gera-se um imenso espaço desgovernado.

Ponto-chave: os autores chamam a atenção para o efeito do poder do sistema financeiro sobre as outras áreas corporativas. “De acordo com alguns argumentos teóricos, geralmente as instituições financeiras não investem em participações acionárias para exercer controle. No entanto, há também evidência empírica do oposto. Nossos resultados mostram que, globalmente, os atores do topo estão no mínimo em posição de exercer considerável controle, seja formalmente (por exemplo, votando em reuniões de acionistas ou de conselhos de administração) ou por meio de negociações informais.” É o poder dos intermediários, não dos produtores.

Finalmente, os autores abordam a questão óbvia do clube dos super-ricos: trata-se de “tipos de redes em que mecanismos como ‘ricos ficam mais ricos’ (rich-get-richer) funcionam. O fato de o núcleo estar tão densamente conectado poderia ser visto como uma generalização do fenômeno do clube dos ricos (rich-club phenomenon)”. A presença esmagadora dos grupos europeus e norte-americanos nesse universo reforça também, sem dúvida, as articulações no espírito do “Ocidente desenvolvido”, além de acentuar os desequilíbrios.

Especulação vs. produção

O gigantismo é um problema. Trata-se de grupos que controlam recursos em volume muito maior do que sua capacidade de gestão e aplicação racional. Um efeito mais amplo é a tendência de dominação geral dos sistemas especulativos sobre os sistemas produtivos. As empresas efetivamente produtoras de bens e serviços úteis à sociedade teriam todo interesse em contribuir para um sistema mais inteligente de alocação de recursos financeiros, pois são em boa parte vítimas do processo. Nesse sentido, a pesquisa do ETH aponta para uma deformação estrutural do sistema, que em algum momento terá de ser enfrentada.3

E quanto ao que tanto preocupa as pessoas: a conspiração? A grande realidade que sobressai da pesquisa é que nenhuma conspiração é necessária. Em razão do fato de existir uma articulação em rede e um número tão diminuto de pessoas no topo, não há nada que não se resolva no campo de golfe no fim de semana. Essa rede de contatos pessoais é de enorme relevância. Mas, sobretudo, sempre que os interesses convergem não é necessária nenhuma conspiração para que sejam defendidos solidariamente, como na batalha já mencionada para reduzir os impostos que pagam os muito ricos, para evitar a taxação sobre transações financeiras ou ainda para evitar o controle dos paraísos fiscais. O resultado é essa dupla dinâmica de intervenção organizada para a proteção dos interesses sistêmicos, resultando em corporativismo poderoso e no caos competitivo que trava qualquer organização sistêmica racional. Demasiado fechado e articulado para ser regulado por mecanismos de mercado, poderoso demais para ser regulado por governos eleitos, incapaz de administrar os gigantescos volumes de recursos que controla, o sistema financeiro mundial gira solto, jogando com valores que representam cerca de 14 vezes o PIB mundial.

O caos financeiro planetário, em última instância, tem uma origem bastante clara, de poucos atores. No pânico mundial gerado pela crise, debatem-se as políticas de austeridade, as dívidas públicas, a irresponsabilidade dos governos, deixando na sombra os atores principais: as instituições de intermediação financeira. No início do pânico da crise financeira, em 2008, a publicação Finance & Development, do FMI, estampou na capa, em letras garrafais, a pergunta “Who’s in charge?” (Quem está no comando?), insinuando que ninguém está coordenando nada. Para o bem ou para o mal, a pergunta está respondida.

Ladislau Dowbor é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia, e professor titular da PUC-SP. É autor de A reprodução social e Democracia economômica – um passeio pelas teorias (contato http://dowbor.org).

1 S. Vitali, J. B. Glattfelder e S. Battiston, “The Network of Global Corporate Control” [A rede do controle corporativo global], ETH Zurique. Disponível em: <www.plosone.org/article/related/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0025995;jsessionid=31396C5427EB79733EE5C27DAFBFCD97.ambra02>.

2 Andy Haldane, “The Money Forecast” [A previsão do dinheiro], New Scientist, 10 dez. 2012. O fato de esse “mercado de papel” que gira no sistema caóticoe sem regulação atingir esse volume é simplesmente assustador.

3 Krugman e Wells resumem bem a questão central: o desvio de recursos necessários ao fomento da economia para atividades especulativas. No caso dos Estados Unidos, “a produtividade do país diminuiu após deixar o capital à mercê da falácia financeira, dos pacotes de compensação absurdos e das cotações das Bolsas infectadas pela bolha”. Paul Krugman e Robin Wells, “Por qué las caídas son cada vez mayores” [Por que as quedas são cada vez maiores], Nueva Sociedad, n.236, nov.-dez. 2011.

 

Fonte: http://correiodobrasil.com.br


Já muito se falou do ataque alegadamente terrorista de 11 de Setembro às torres gémeas do World Trade Center, surgiram teorias, surgiram especialistas e surgiram muitas questões… Mas quando um investigador Cientista encontra explosivos Nano Thermite em destroços do WORLD TRADE CENTER cai por terra a ideia de que o ataque foi terrorista ou pelo menos que foi como oficialmente foi dito.
‘A ganância do ser humano não tem limites’

‘A ganância do ser humano não tem limites’

Neste link vai encontrar o que está a ser noticiado pela comunidade científica: http://www.benthamscience.com/open/tocpj/articles/V002/7TOCPJ.htm?TOCPJ%2F2009%2F00000002%2F00000001%2F7TOCPJ.SGM

(Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gêmeas e do prédio 7.

Essa pesquisa vem confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos. Outras matérias que vêm de encontro a esse achado são as da equipa de Arquitectos para o 9/11.

Com esse achado explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido a temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço. O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. Ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.

E por três meses fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres. Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque” ele segurou os prédios em dois bilhões de dólares contra ataque terrorista, algo como todos sabemos um tanto incomum. O ataque 9/11 serviu para:

1. Criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelense no Médio Oriente.

2. Desaparecer com 1,5 trilhões de dólares a fundo perdido das contas do Pentágono (Rumsfeld declarou um dia antes).

3. Documentos provas contra a Enron que desapareceram na queda do predio 7.

4. Auto-pagar os empreiteiros, talvez via Larry Silverstein e a fortuna que ele arrecadou de seguro. Existem evidências que agentes do Mossad (serviço israelense) foram capturados no dia carregando explosivos. Todos foram libertados pelo FBI. (esta informação precisa ser confirmada).